
Veja a matéria completa:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2008/06/04/ult574u8530.jhtm



Eu sou exclusivo.
Sempre me achei exclusivo. Exclusivo para mim mesmo, exclusivo para o que recebo, exclusivo para o que produzo. Minhas namoradas e amantes eram exclusivas, meu talão de cheques era exclusivo e eu tinha um amor exclusivo, também. Tudo em mim é exclusivo, inclusivo implicitamente, exclusive a galhofa e a vulgaridade. Em parte, lógico.
Por isso sou eu mesmo, por isso não concordo com todo mundo, por isso tenho minhas idéias e por isso me viro nas horas difíceis. Se Deus existe, ele me deu exclusividade em quase tudo, inclusive quando me faz sui generis em situações delicadas.

