Cantinho para o versejo, para a impugnação dos humanóides, para o choro da Alma e para ver as coisas como elas não são. É fácil de ver como tudo é uma grande mentira.
O Noturno Carioca. A obra de Di Cavalcanti é de 1963. O artista que orgulha o Brasil tem seu foco no Rio de Janeiro. Lá ele retratou principalmente as mulatas. Di viveu 79 anos e nos deixou em 1976.
As estradas estão fervendo e os judeus estão gastando o dinheiro. As estradas fervem com a debandada dos argentinos e paraguaios, que parecem não suportar o frio no litoral. Esse ano não deu...
Stephany Brito..... ***************************************** Esta é a gata do Pato. Atriz da Tv Globo...não conheço, só a vi em revistas...assim...bem rápido. Foi a Milão ver seu queridinho jogar. Está na mídia, tem bunda e peitinhos novos, os críticos adoram isso, já dizem que é uma musa. Boa pro Pato passar o tempo nesses anos juvenis.
Em tempo, um presépio de Kiev: *****************************************
Veja os gorduchinos (as) fotografando em frente a este belo presépio, em Kiev. Clique na foto para ampliá-la.
Estou suportando bem Dostoievski. Na verdade, estou adorando. Estou, me parece, inspiradíssimo. Li a semana toda... e tem muito chão pela frente. O cara é louco....louco de bom !!!
Olhares de expressão improvisados: ************************************************** Estou improvisando na secção Olhar de Expressão, algumas beldades ucranianas que mantenho num álbum Picasa junto com meu orkut. Correndinho....o fim de semana vai ser curto para preparar nova viagem...
Vou discorrer aqui e agora, mas brevemente, sobre Diogo Mainardi. Vou usar suas próprias palavras. Ele se diz o oráculo de Ipanema, por atribuir-se vitórias na luta de alguns poucos para derrubar Lula do poder. Mainardi é extremamente polêmico. Por isso gosto dele. Ele por seu lado, não se acha polêmico. Define-se como debochado, mas vejo nisso tudo sua tática de ação. Tudo começou em 2005 com o escândalo do mensalão. Ler sua coluna semanal em Veja é uma delícia, porque nem sempre fala de Lula, mas seu denuncismo é quente e fervoroso.
Pai de um filho excepcional, Mainardi disse em entrevista recente à Revista Época, que é caseiro, que dorme cedo e que adora brincar com os filhos.
Abranda os ânimos de seus fãs ao afirmar que apenas ganhou notoriedade com sua louca perseguição contra Lula. Seus alvos, porém, são além de Lula, a `` et caterva `` do PT e a imprensa lulista.
Filho de imigrantes italianos e casado com uma italiana de origem, Mainardi fala que logo irá refugiar-se fora do Brasil, no que acho, faz bem para sua carreira.
Mainardi agrada a direita com suas palavras, mas não dá mole para ninguém, não se partidariza e não poupa críticas. No que me agrada, parece ser perfeccionista, e detesta o lugar comum. Quando lançaram o filme Tropa de Elite, tirou sua casquinha, no que também acho que fez bem. Diz que ao ir ao cinema, foi arrastado.
Vou exibir à partir de hoje aqui no Blog, uma série de vídeos com Diogo Mainardi. Nuns deles, aparece em entrevista ao Jô Soares, aparece em debate com alunos da PUC-POA. O de hoje é uma animação de um seus podcasts do site da Veja.com, onde fala do avião da TAM, que espatifou-se no chão.
Sugiro que visitem a página onde Mainardi publica suas sonoras:
Diogo Mainardi é autor de uma pequena série de livros, mas o seu último e que é sucesso de vendagem, é `` Lula é Minha Anta `` . Neste, Mainardi reúne uma gama de colunas publicadas na revista, desde 2005. É fácil encontrá-lo, já por preço promocional no site Buscapé:
Belchior começou a carreira como repentista, cantor de feiras e escrevendo poesias. O artista é de Sobral-CE. Seu último álbum, Auto-Retrato, foi uma releitura de seus principais sucessos.
O Inter e a Reebok apresentaram ontem à imprensa o novo uniforme - versão 2008 - . Agora as estrelas vêm ao peito e o escudo permanece no lado esquerdo.
O Inter estréia no Gauchão amanhã, contra o Inter SM, em Santa Maria.
Poesia da minha amiga Dú Karmona. Das boas, de se sentir mesmo...de encher a alma, coisa gostosa de se ler. Diz ela, é um de seus primeiros trabalhos com as penas.
Vendo saudades...
Minhas prateleiras estão repletas de saudades De todos os tempos vividos Tem com gosto de pirulito... De algodão doce... De Quebra-queixo!!! A de sardas como minha ‘boneca sapeca’ Que tinha sardas como eu que as carrego até hoje... E aquela do meu primeiro amor? Que saudades mais reluzente Brilha mais que todas!!! Como a fantasia do primeiro carnaval Da minha professora Que nasceu na ‘cidade maravilhosa’ E que depois virou estrela E brilha lá no céu e também na minha prateleira Ela quem fez eu gostar de literatura Tem também das travessuras Que fiz sozinha ... E as que compartilhei também Afinal éramos em tantos... Vi tantas saudades Desde pequenina Nunca vivi o suficiente Pra que não a sentisse Sempre fui intensa Se amar (e quando não amo?) me sufoco E basta pra sentir saudades De tudo e de todos Até mesmo de ontem E também do que ainda não vivi E assim encho as prateleiras...