Enquanto crio um suspense para amanhã com as fotos da Ana Paula, espero a chuva que teima em não vir. O ar está muito seco, está quase insuportável...
Tenho esperado outras coisas que também insistem em não vir. Aguardo, e nada...
Sinto o que parece ser minha toda massa encefálica murchar, como que espremida, como uma laranja que se espreme.
Estou consumindo mais dipirona, gostaria de usar mais lexotan para poder dormir mais. Talvez fosse a solução. Não sei.
Os loucos não gostam de vento. Eu também não gosto de vento, também me acho um pouco louco... Mas, essa calmaria insinuante do céu, com meias-nuvens, quando foge o vento e parece que aproxima uma chuva é muito mais tensa.
Chovesse ainda....
Vamos aguardar...
É o sinal dos tempos...
Na Missa de ontem à noite, na leitura das intenções aos falecidos e Santos da Igreja, o inusitado: alguém oferece a Missa na intenção do Negrinho do Pastoreio em agradecimento por graça alcançada.
Eu ainda não vi tudo...
O Negrinho é uma lenda Rio-Grandense que conta estória de um capataz de fazenda, que certa vez encontrou a tropa de seu patrão, o que se considerou uma façanha.
De fato, o Negrinho é invocado nos grotões do Rio Grande para que atenda causas de se localizar algo perdido. Mas, na Igreja ?
Eu ainda não vi tudo...
Tá ruim, hein Renan ?
Kevin Neuendorf. Esse é o nome do americano que praticou racisco na Vila Olimpica no Rio de Janeiro, faltando pouco menos de uma semana para o início dos Jogos Pan-Americanos.
`` Bem-vindos ao Congo `` , essa é a frase que o cidadão criou e afixou num mural na sala de imprensa da Vila Olímpica.
O incidente - de muito mau gosto - , custou uma Nota Oficial da chefia da Delegação Norte Americana pedindo desculpas e comunicando o afastamento de Kevin.
Bye, bye, Kevin...
Já era hora de o Inter reagir no Brasileirão. 2 x 1 no Figueira. O escarlate jogou bem e o `` Deus Negro Colorado `` balançou as redes duas vezes.
Valeu, Nego Christian.
Valeu, Inter !!!
Essa é mais velha que andar para a frente. Mas, vale lembrar : TAMANHO não é documento...
Não és um pesadelo. Não, não és.
Morasses debaixo de um viaduto, esfomeada, mas, clara e transparente como te vi anos atrás, e eu iria te buscar...
Mas, não é assim. Por isso vale-me a resignação mais condoída.
É lembrar sempre do adeus...
Droga. Ontem eu voltei a lembrar....
Foi uma recaída, que acho, sempre virá. Mas, não quero.
Lembrei do portão, da silhueta, do olhar, da candura. Droga, não quero lembrar...
Linda essa frase abaixo da amiga poetisa Maria Quitéria:
Dizem que eu não presto. Eu rio. São os mesmos que remexem meu lixo e sobrevivem das minhas sobras e dos meus restos.
Pesquise os textos escritos por Maria Quitéria no site RECANTO DAS LETRAS. Você vai se deliciar...